Sou exatamente o tipo de pessoa controlada pelas próprias emoções. Sem tirar nem por. Exata e simples assim.
Eu sei que já disse um milhão de vezes, mas a minha vertente literária mais que favorita na Terra é o romantismo. ( oh, clichê, clichê) Sério, não existe pra mim algo mais divertido, prazeroso e envolvente do que assistir uma aula de literatura , principalmente se for sobre romantismo. E bem que eu ando precisando assistir mais porque , como fica fácil de se perceber, minha escrita anda decaindo de nivel.
Ontem comprei o clássico Sofrimentos Do jovem Werther, do goethe. Sempre quis ler esse livro. eu sei que todo mundo sabe, mas não é incrível que muitas pessoas tenham sido levadas ( sido levadas?) a se matar, depois de terem lido esse livro? Será que alguém mais não acha fantástico que ele tanh sido proibido em certos lugares, e que os jovens só falassem, vestissem e lessem sobre isso?eu acho.
é incrível saber que existiu algo como uma Beatlemania no século 17, e entender que indpeendente da época os jovens sempre foram jovens mesmo. pensei muito sobre esse livro a alguns meses atrás. Coisas depressivas me facinam. não que eu tenha tentencias depressivas, imagina (kkk), mas gosto de ler pra entender como diferentes tipos de pessoas se sentem em suas infelicidades. tudo parece intenso e verdadeiro nesses textos. e é por isso que os adoro.
começar o livro, porém, foi um sufoco. Odeio ter que ler coisas obrigada, mesmo que seja algo de que eu goste.( não vamos citar que o fato de ser uma tradução de 1700 e alguma coisa, ajude em algo).
De qualquer jeito, é um livro muito profundo e eu recomendo, só não recomendo mais que Jane Austen porque melhor que minha Jane não existe.
Gostaria de falar o quanto fazer compra em feiras pode ser economico e excitante, sobre minhas novas descobertas sobre carreiras na medicina, sobre programas que mostram dedos crescendo de novo sem ser ficção cinetifica, sobre bexigas de porcos, sobre sonhar repetidamente com gêmeos identicos que não tiro da cabeça ( kkk), e sobre me decepcionar e fcolocar um ponto final nos meus poemas ridiculos.
Basta dizer, no final de tudo, que ando pouco literária; muito sem sentimentos. E não seria digno da importância de tais acontecimentos, se eu escrevesse sobre eles dessa maneira feia e desajeitada.
Mas eu não posso deixar de falar, não posso, que hoje tomei uma decisão sobre a minha fé. Deus tem que me perdoar, por gastar meu tempo, e o meu coração com pessoas que o desprezam. Sinto vergonha. E mais vergonha ainda eu sinto, em ter que admitir que isso me entristeçe. Sempre me entristece esses milhares de momentos em que me deparo com a mesma situação. Mas desta vez é mais fácil. Mais distante.
Eu sou quem sou. Cansei, não posso mudar, a não ser que queira me causar mais infelicidade. Me dói, mas e dai? quantas coisas não são mais doloridas que isso ...
Não posso fingir que não vejo, que não ligo. Eu acredito nEle, espero por Ele, e sei que o meu milagre é Ele. Aah, que raiva, não?
vou ter o maior prazer em perder leitores, conhecidos, ou seja lá quem for que achar que sou ridicula por isso.
E isso é um desabafo cru, me perdoem.
Deixo abaixo a coisa mais profunda que li com o meu amigo Werther, que me deu calafrios e fez entender um pouco daqueles que enlouquecidos, acharam que sme amor não tinha nenhum valor a vida.
"Ah! por que a amiga da minha juventude está morta? Por que cheguei a conhece-la, ai de mim?
Poderia dizer a mim mesmo: "És um insensato em busca daquilo que não se encontra neste
mundo".
Mas eu o encontrei, senti junto de mim um coração, uma alma eleita, junto dos quais eu cria
superar-me, tornando-me tudo aquilo que serei capaz de ser. ó grande Deus, haverá, então, uma só
das faculdades da minha alma que não possa ser aproveitada? Perante ela, não podia eu desdobrar
inteiramente esta maravilhosa sensibilidade graças à qual meu coração envolve toda a natureza?
Nenhum comentário:
Postar um comentário