terça-feira, 31 de agosto de 2010
Canções Carnavalescas
Canções carnavalescas.
Obviamente, eu não poderia divagar sem acabar pensando nele. Impossível. Incoerente, irracional.
A lembrança das canções tomou-me a mente numa conhecida sensação. Mal pude perceber e quando dei por mim, a musica tocava em meus ouvidos, as notas dançavam vivas e tangentes em minha frente. Orgulhosas e penetrantes, a musica me batia com suas doces palavras, tomava minha consciência que em vão lutava, e já habituada a tal sensação, mergulhei desesperada nas recordações daqueles dias, dias em que eu amava o verão.
Estávamos sentados em um daqueles bancos de madeira bem comuns, depois de caminharmos ,travessos, por entre as árvores do pequeno bosque, minhas pernas descansavam meio mortas em seu colo, mas sentia-me perfeita, viva e descansada enquanto deitava minha cabeça em seu ombro.
Perdi a noção das horas naquele dia, sentada num banco sem tábuas, bem debaixo do Sol. Cantamos, cantamos, cantamos, cantamos para espantar a tristeza, cantamos para rir, cantamos nossas canções de amor.
Seus olhos brilhavam tanto que eu mal podia enxergar. Mas preferi tornar-me cega a perder um segundo daquele brilho.
Naquele momento me dei conta de que, eu estava perdida. Minha vida estava perdida e nada mais tínhamos a fazer.
Nada mais importava novamente. Naquele instante pude ver claramente o que eu fazia comigo mesma.como se minhas chances de escapar de tão alto risco estivessem derretendo e escorrendo por minhas mãos, e quietamente muda fiquei, enquanto escolhia fielmente, o motivo pelo qual viria a morrer.
Eu sabia que ia acordar da maldita lembrança assim que os olhos brilhantes e perversos se expandiram e se tornaram um único olho a me observar.
O sol ria, petulante de minha face contraída de dor, pude ver claramente , suas chamas se contraindo no universo, troçando de mim, enquanto eu queimava viva pelas lembranças.
Era suor, lágrimas, choro, fumaça, água, não sei.
Mas alguém apareceu, antes que eu apagasse nos braços de mais um completo estranho.
Chuva de novembro e um calor infernal de fim de agosto

alguém mais percebeu o calor infernal que esta fazendo?
estou escutando november Rain, e tentando fazer com que a chuva de novembro caia logo no ultimo dia desse agosto quente.
Pode até ser que eu goste do sol, mas o calor me incomoda, até mesmo nas praias ( que me faz lembrar das postagens da Twin sobre a Bahia)
De qualquer jeito, parece que quanto mais eu desejo a chuva, mais tempo ela demora a cair. eu não entendo realmente, não consigo me lembrar do ultimo dia que choveu aqui. sinto tanta saudade de sentir frio. Qual será a umidade do ar? 3 % ?
Foi sentindo esse calor infernal, que me veio uma vontade inexplicável, talvez não inexplicável ( acabou de bater uma brisa fresquinha aqui na janela) mas normal, de postar umas porcarias que eu escrevi a muito tempo atrás. Muuito tempo mesmo.
acho que foi em março.
andava chovendo muito antes e um calor penetrante tava me assolando.
Aaaah, por Deus ! eu odeio o Calor.
vinicius de Moraes não me convence

fomosa não faz assim
carinho não é ruim
mulher que nega
não sabe não
tem uma coisa de menos
no seu coração
agente nasce, agente cresce
agente quer amar
mulher que nega
nega o que não é pra negar
agente pega, agente entrega
agente quer morrer
ninguém tem nada de bom
Sem sofrer
formosa mulher
vinicius de Moraes.
vinicius de moraes não me convence.eu espero.
Minha vida inútil, vincius de Moraes, vontades proibidas, e abandono na escola

Sim, eu ando muito estranha ultimamente.
Estou escutando dizer não é dizer sim, do Kid abelha, que por sinal eu gosto muito.
alias, alguém pode me dizer o que há de errado com as musicas nacionais por favor?
eu gosto de musicas nacionais n-.
Emfim, eu cansei e começei a escutar Na rua, na chuva, e na fazenda.
todos os dias me passam milhões de coisas pra escrever aqui, mas quando eu tenho a oportunidade de encostar num computador ( mesmo que a oportunidade tenha sido causada por minha mãe ter me esquecido na escola) percebo que eu não consigo organizar as idéias e escrever alguma coisa.
hoje de manhã cheguei na escola e dei de cara com uma Polliana muito diferente da minha amiga normal.
quero dizer que ela estava quieta, meio palida e catatonica.
Descobri que cairam copos de vidro na cabeça dela e que ela havia arranjado um corte prfundo ( e ensanguentado) atras da orelha.
nem preciso citar que eu quase desmaiei.
Me pergunto se alguém acreditaria que alguém que aspira ser médica tem pavor de ver pessoas machucadas.
o que realmente me irrita, é que, eu só me apavoro quando as pessoas que eu gosto se machucam. Isso quer dizer que, se um desconhecido perder o braço na minha frente, eu poderia tranquilamente custura-lo no lugar ( imagens do frankstain na cabeça agora)
eu devia estar na escola agora , mas sinceramente, vou ficar mais um pouquinho aqui com a polli linda.
ela esta lá, tooda empenhada em lavar a casa enquanto eu uso o computador dela e abuso da sorte desobedecendo a minha mãe.
quer dizer, não estou desobedecendo. só adiando uma ordem.
Acho que ninguém anda lendo o everytime i sing, mas tudo bem, porque eu acho muito legal ficar escrevendo aqui, mesmo sem ninguem lendo.
( ha nao ser,claro, a minha amiga fernanda fã numero um do meu blog, que me faz querer chorar toda vez que comenta alguma coisa que eu escrevi aqui*-*)
Marco me mandou um poema do Vinicius que me fez rir batsante.
é claro que ninguém vai entender, mas, de qualquer jeito, eu continuo tendo a mesma opinião a respeito. : D
eu tenho o direito de escrever baboseiras aqui de vez em quando.
polliana está se queixando de que o namorado dela ( carinhosamente Leão albino pra mim) disse que a Cameron Dias é gostosa.
Eeeu não acho.
Polliana disse que vai fugir para o Canadá com Vini-vini.
eu achei que nós fossemos juntas, maaas, pelo que estou vendo, vou acabar puxando conversa com um mendigo embaixo da ponte, e me tornando uma velha solteirona jogando pipoca pros pombos no vaca Brava ( é claro que ser uma solteirona velha, nao tem nada a ver com a Polliana)
Talvez eu encontre um abrigo velhos solitários, que tenha uma banheira de hidromassagem.
alias,Marco disse que gostaria de ir pra uma banheira dessas ¬¬
que ele faça uma boa viagem pra lá sozinho enquanto eu deito e sonho também
kkkkkkk
mas eu ando sonhando em ter uma piscina em casa.
eis a grande diferença entre querer e poder.
P.S. ando com tanta saudade da minha família ( Carol. rick) que meus olhos se enchem de lágrimas frequentemente.
domingo, 29 de agosto de 2010
Eu sou um raio de Sol

eu pensei em várias maneiras de começar a escrever.
Pensei em várias coisas que aconteceram comigo nas ultimas 24 horas.
Provavelmente eu poderia escrever um livro com elas, e poderia parecer muito mais perturbada do que eu realmente sou.
então resolvi que ia falar da coisa mais linda do meu dia hoje.
um sol amarelo, meio alaranjado e brilhante, se pondo atrás dos prédios altos, aqui da casa da minha vó.
eu estava debruçada na janela do carro, e meus olhos ardiam com o vento que batia neles, ergui a cabeça e vi essa enorme bola brilhante sorrindo pra mi.
Isso mesmo, eu o Sol fizemos as pazes... foi como se todos os seus raios estivessem voltados pra mim, e tivessem atingido a minha alma. E quando eu fico feliz, simplesmente por respirar, e grata, simplesmente por existir, eu tenho que dizer aqui.
Dizer que eu sou forte, e que sou eu mesma.
eu sei quem eu sou.
eu sei o que o sol lá fora é.
eu precisava de felicidade.
é só olhar pro seu lá fora.
Obrigada.
Hoje, eu só tenho a agradecer.
se você se sentir triste, tem um sol se ponda agora lá fora.
Ele esta respirando, e eu também.
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Rios no Desrto
Rios no deserto
O mais estranho de tudo, era não ouvir meu coração bater.
Ele pulsava, obviamente, mandando sangue para meus membros inertes repousados na cama. Eu estava viva afinal, apenas os olhos se mexiam em toda a extensão do meu corpo. O peito mal se movia com meu respirar regular e sem anseios. Antigo, velho, exatamente como antes. Olhos castanhos esculpidos por baixo de minhas pálpebras recolhidas. Era somente fecha-las e seu desenho se impunha sobre mim. Mas era somente isso. Resquícios de algo enterrado sob uma superfície gelada e indiferente. Os resquícios estavam sobre mim.
A muito eu havia perdido a noção do tempo, tanto que já questionava-me sobre as possibilidades de estar sonhando. Olhava para o teto e contava suas linhas.
Um.
Dois.
Três.
Quatro pulsações de meu coração remendado. Ou não estava remendado. Ele era somente um fantasma habitando abaixo de meu ombro. Compreendi que nada devia esperar dele. Ele estava adormecido, anestesiado. Eu aplicara morfina nele. A sensação era agradável e por isso preocupante. Oca e vazia por baixo da camada de conforto falsa. A solidão cortou minhas veias como laminas afiadas e de dois gumes. Estranhamente, minhas veias eram só fantasmas também.
Voltemos ao começo de tudo.
Eu estava deitada tentando fazer meu coração bater sozinho. As palmas de minhas mãos adotaram um novo habito do qual eu não havia gostado. Transpiravam junto com as plantas dos meus pés me dando sempre a sensação de estar maculada; fria como um lagarto.
As lufadas de ar entravam e saiam como carros de uma garagem. Nada novo, nada espetacular. Só o mesmo de sempre.
Eu estava viva.
Mais uma mentira. Aquele respirar continuo e superficial não poderia ser vida. Eu já havia vivido; mas vivido erroneamente.
Escondida atrás de meus medos e minha falsa bondade.
Meu peito moveu-se novamente. Aquilo não era nada altruísta. Respirar.
Fechei os olhos e suspirei. A dor não me assolava a muito tempo. Senti vergonha, entretanto, por desejar que ela estivesse aqui, me impedindo de estar propícia a qualquer borracha do destino. Eu não queria esquecer. Eu não podia. Aquilo era parte de mim. Constituía minhas células de defesa, as células de meu coração também. Constituía os músculos que me permitiam sorrir. As lembranças de tudo não poderiam ir embora.
Então não me restaria nada, somente o nada anterior.
A perspectiva me assustou.
Estava eu farta de nadas intermináveis, do conteúdo emocional de um vaso de plantas.De um peixe de aquário.
Era frustrante ter tido tudo, e agora voltar a não ter nada. Mais estranho ainda era continuar sabendo que eu não havia perdido nada, mas isto era uma mentira. Eu havia perdido o que havia de importante.
Se um dia você sentir como é ser amada e depois retroceder ao espectro nevoento de antes, poderá me entender.
Ter sido tirada do amor era insuportável. Ardia nos meus olhos. As lágrimas não haviam decido. Elas a muito haviam secado.
Ao acaso poderão rios algum dia brotar do deserto?
Alguém me chamou num lugar bem distante. Outro universo talvez; não sei dizer. Sempre há tantas coisas perturbando minha mente. Ocorre-me que os humanos são mentirosos maravilhosos. Podemos caminhar entre a multidão e eles não poderão enxergar nossas almas dilaceradas, poderemos sorrir e gargalhar que não perceberão nossa tristeza, poderíamos cantar com toda emoção e no fundo, no âmago de nosso ser, querer escutar um outro cantando. Podemos enganar e fingir que não estamos enganando.
Podemos ser como eu , e ser bons em ocultar toda nossa maldade. Em negá-la e expulsa-la para fora de nosso corpo.
Como eu havia dito, há muito perdi a noção das horas.
Sou somente eu e um quarto imundo, desarrumado.
As paredes de um lilás forte banham a visão de qualquer outra coisa. O ventilador e meus dedos no teclado são os únicos sons que eu posso ouvir. Nem meu respirar medíocre é perceptível.
Me sinto conhecedora do amor e ao mesmo tempo uma desconhecida.
É como se a cada dia eu tivesse a chance de conhece-lo e a perdesse quando ele se levanta e vai embora.
É como se eu matasse as sementes de amor no universo, só por não poder me forçar a amar outra pessoa.
É como se ser má, fosse somente negar essa dádiva a qualquer outra alma, que não fosse aquela das mãos quentes, no meu deserto de gelo.
Como se meu coração pudesse em seu não-bater bater incessantemente por algo que não o quisesse mais, mas não pudesse palpitar uma vez se quer por aqueles que dariam tudo por ele.
Meu coração era injusto. Mas eu era mais.
Meu coração era masoquista. Mas minha alma é egoísta. Ainda quer tudo pra ela mesma. Eu a afasto de mim num solavanco. Tento com os dedos me separar deste corpo imundo que arde e queima com a proximidade de nossos joelhos. Como se um puxar de minhas mãos me tornasse só o espírito bom e limpo em que eu habito. Aquilo que eu deveria ser, aquilo que eu jamais poderei ser.
Aquilo que é tudo, um Eu que não pode existir sozinho.
Minhas muitas faces brigam e se amontoam aqui por dentro. Alguém poderá notar o que está acontecendo?
Como continuo imóvel sobre a cama, quando uma briga de bar ocorre dentro de mim?
Como poderei forçar a Luciana certa a ganhar?
Quem seria ela?
O que eu posso fazer? Sempre estive impotente.
Gosto do silêncio que habita minha cabeça. A cabeça inútil e egocêntrica que gira em torno de um universo paralelo, meu único lar, já que meu mundo ruiu.
Caiu em pedaços, como aquele que queimei a muito tempo atrás em fósforos e fumaça no chão do meu quarto.
Eu estava deixando o quarto também. Ele é todo resto. Estava deixando a mim mesma.
Eu ainda habito dentro dos olhos castanhos que perturbam minha mente.
A voz dele perturba a minha mente.
Eu ainda posso ouvi-la dentro dos meus ouvidos, de muitas e muitas maneiras diferentes.
Escuto a alvoroçada, arfante.
Ouço seus suspiros,
Outrora, sua indiferença e sua frieza ( companheiros fiéis de tal voz grave e firme)
Também consigo ouvi-la dizer para eu me afastar.
Consigo ouvi-la me mandando embora.
Ouço os pés dele se movendo atrás de mim. Seu perfume me sufoca.
É veneno o que eu respiro.
Sou decididamente suicida, agora que o inalo cada vez mais. Não quero que vá embora ou que se afaste.
O afastamento seria a morte. A verdadeira tortura.
Não, eu estava completamente errada.
Amor não morre só porque você o quer matar. Nem mesmo se seu cultivador borrifar nele pesticidas nocivos.
Amor não morre. Continua vivo, em dois corações diferentes e escondidos. Eu não vou mostrar o meu. Tenho medo.
Ele não bate, se esqueceu?
Ele não palpita. Bravo o coitado, em seu frustrado voto de silêncio.
Aos solavancos ele chama seu nome, mas eu o calo.
Você não pode ouvir. Ninguém pode.
Eu comando agora. Acima de sentimentos idiotas e estúpidos.
Minha mente viaja louca, entre pares de sapatos, céu estrelado, mãos entrelaçadas, olhares de repulsava. Eles passam por ódios e tristezas que não pertencem a esse lugar. Não pertencem a esse meu ‘eu’ tampouco . Como se tamanhas felicidades e lembranças boas, fossem de outro mundo, por isso deixa-las de lado era perigoso. Poderia algo alienígena durar tanto tempo em outro mundo como este meu?
Sim.
Aqui estou deitada em uma cama.
Meu coração bombeia o sangue lentamente e eu inspiro e espiro pela boca entreaberta.
Não há nada pelo qual lutar no fundo ,de fora da porta que me fecha agora.
Não há nada que interesse a mim e meu coração não pulsante.
Lá a problemas e dores que eu não quero reviver.
Ainda é agosto, mas eu já visualizo o Dezembro. As despedidas parecem insuportáveis aos meus olhos sedentos de escuridão ( eu fujo da luz do Sol como um morcego).
Mas ao ouvir uma pequena mudança de entonação, um sorriso sincero, um olhar descuidado, ou simplesmente por uma perspectiva mínima de felicidade momentânea; passo a viver de novo.
Não apenas aquele viver de espirar e inspirar o ar e deixar o coração bater.
Mais o viver de sentir e deixar fluir meu rio de ilusões e sonhos estúpidos.
Como me disse uma vez. Você não pode se fazer não respirar.
Você se lembra.
Neste mundo rios não brotam do deserto.
Estranhamente, eu sinto água correndo em cima de mim. Seriam meus olhos vivendo novamente?
Meu coração está batendo.
Você também chama meu nome.
Tantos tipos de amores...
Eu sou humana,
E esta chovendo no Deserto.
O mais estranho de tudo, era não ouvir meu coração bater.
Ele pulsava, obviamente, mandando sangue para meus membros inertes repousados na cama. Eu estava viva afinal, apenas os olhos se mexiam em toda a extensão do meu corpo. O peito mal se movia com meu respirar regular e sem anseios. Antigo, velho, exatamente como antes. Olhos castanhos esculpidos por baixo de minhas pálpebras recolhidas. Era somente fecha-las e seu desenho se impunha sobre mim. Mas era somente isso. Resquícios de algo enterrado sob uma superfície gelada e indiferente. Os resquícios estavam sobre mim.
A muito eu havia perdido a noção do tempo, tanto que já questionava-me sobre as possibilidades de estar sonhando. Olhava para o teto e contava suas linhas.
Um.
Dois.
Três.
Quatro pulsações de meu coração remendado. Ou não estava remendado. Ele era somente um fantasma habitando abaixo de meu ombro. Compreendi que nada devia esperar dele. Ele estava adormecido, anestesiado. Eu aplicara morfina nele. A sensação era agradável e por isso preocupante. Oca e vazia por baixo da camada de conforto falsa. A solidão cortou minhas veias como laminas afiadas e de dois gumes. Estranhamente, minhas veias eram só fantasmas também.
Voltemos ao começo de tudo.
Eu estava deitada tentando fazer meu coração bater sozinho. As palmas de minhas mãos adotaram um novo habito do qual eu não havia gostado. Transpiravam junto com as plantas dos meus pés me dando sempre a sensação de estar maculada; fria como um lagarto.
As lufadas de ar entravam e saiam como carros de uma garagem. Nada novo, nada espetacular. Só o mesmo de sempre.
Eu estava viva.
Mais uma mentira. Aquele respirar continuo e superficial não poderia ser vida. Eu já havia vivido; mas vivido erroneamente.
Escondida atrás de meus medos e minha falsa bondade.
Meu peito moveu-se novamente. Aquilo não era nada altruísta. Respirar.
Fechei os olhos e suspirei. A dor não me assolava a muito tempo. Senti vergonha, entretanto, por desejar que ela estivesse aqui, me impedindo de estar propícia a qualquer borracha do destino. Eu não queria esquecer. Eu não podia. Aquilo era parte de mim. Constituía minhas células de defesa, as células de meu coração também. Constituía os músculos que me permitiam sorrir. As lembranças de tudo não poderiam ir embora.
Então não me restaria nada, somente o nada anterior.
A perspectiva me assustou.
Estava eu farta de nadas intermináveis, do conteúdo emocional de um vaso de plantas.De um peixe de aquário.
Era frustrante ter tido tudo, e agora voltar a não ter nada. Mais estranho ainda era continuar sabendo que eu não havia perdido nada, mas isto era uma mentira. Eu havia perdido o que havia de importante.
Se um dia você sentir como é ser amada e depois retroceder ao espectro nevoento de antes, poderá me entender.
Ter sido tirada do amor era insuportável. Ardia nos meus olhos. As lágrimas não haviam decido. Elas a muito haviam secado.
Ao acaso poderão rios algum dia brotar do deserto?
Alguém me chamou num lugar bem distante. Outro universo talvez; não sei dizer. Sempre há tantas coisas perturbando minha mente. Ocorre-me que os humanos são mentirosos maravilhosos. Podemos caminhar entre a multidão e eles não poderão enxergar nossas almas dilaceradas, poderemos sorrir e gargalhar que não perceberão nossa tristeza, poderíamos cantar com toda emoção e no fundo, no âmago de nosso ser, querer escutar um outro cantando. Podemos enganar e fingir que não estamos enganando.
Podemos ser como eu , e ser bons em ocultar toda nossa maldade. Em negá-la e expulsa-la para fora de nosso corpo.
Como eu havia dito, há muito perdi a noção das horas.
Sou somente eu e um quarto imundo, desarrumado.
As paredes de um lilás forte banham a visão de qualquer outra coisa. O ventilador e meus dedos no teclado são os únicos sons que eu posso ouvir. Nem meu respirar medíocre é perceptível.
Me sinto conhecedora do amor e ao mesmo tempo uma desconhecida.
É como se a cada dia eu tivesse a chance de conhece-lo e a perdesse quando ele se levanta e vai embora.
É como se eu matasse as sementes de amor no universo, só por não poder me forçar a amar outra pessoa.
É como se ser má, fosse somente negar essa dádiva a qualquer outra alma, que não fosse aquela das mãos quentes, no meu deserto de gelo.
Como se meu coração pudesse em seu não-bater bater incessantemente por algo que não o quisesse mais, mas não pudesse palpitar uma vez se quer por aqueles que dariam tudo por ele.
Meu coração era injusto. Mas eu era mais.
Meu coração era masoquista. Mas minha alma é egoísta. Ainda quer tudo pra ela mesma. Eu a afasto de mim num solavanco. Tento com os dedos me separar deste corpo imundo que arde e queima com a proximidade de nossos joelhos. Como se um puxar de minhas mãos me tornasse só o espírito bom e limpo em que eu habito. Aquilo que eu deveria ser, aquilo que eu jamais poderei ser.
Aquilo que é tudo, um Eu que não pode existir sozinho.
Minhas muitas faces brigam e se amontoam aqui por dentro. Alguém poderá notar o que está acontecendo?
Como continuo imóvel sobre a cama, quando uma briga de bar ocorre dentro de mim?
Como poderei forçar a Luciana certa a ganhar?
Quem seria ela?
O que eu posso fazer? Sempre estive impotente.
Gosto do silêncio que habita minha cabeça. A cabeça inútil e egocêntrica que gira em torno de um universo paralelo, meu único lar, já que meu mundo ruiu.
Caiu em pedaços, como aquele que queimei a muito tempo atrás em fósforos e fumaça no chão do meu quarto.
Eu estava deixando o quarto também. Ele é todo resto. Estava deixando a mim mesma.
Eu ainda habito dentro dos olhos castanhos que perturbam minha mente.
A voz dele perturba a minha mente.
Eu ainda posso ouvi-la dentro dos meus ouvidos, de muitas e muitas maneiras diferentes.
Escuto a alvoroçada, arfante.
Ouço seus suspiros,
Outrora, sua indiferença e sua frieza ( companheiros fiéis de tal voz grave e firme)
Também consigo ouvi-la dizer para eu me afastar.
Consigo ouvi-la me mandando embora.
Ouço os pés dele se movendo atrás de mim. Seu perfume me sufoca.
É veneno o que eu respiro.
Sou decididamente suicida, agora que o inalo cada vez mais. Não quero que vá embora ou que se afaste.
O afastamento seria a morte. A verdadeira tortura.
Não, eu estava completamente errada.
Amor não morre só porque você o quer matar. Nem mesmo se seu cultivador borrifar nele pesticidas nocivos.
Amor não morre. Continua vivo, em dois corações diferentes e escondidos. Eu não vou mostrar o meu. Tenho medo.
Ele não bate, se esqueceu?
Ele não palpita. Bravo o coitado, em seu frustrado voto de silêncio.
Aos solavancos ele chama seu nome, mas eu o calo.
Você não pode ouvir. Ninguém pode.
Eu comando agora. Acima de sentimentos idiotas e estúpidos.
Minha mente viaja louca, entre pares de sapatos, céu estrelado, mãos entrelaçadas, olhares de repulsava. Eles passam por ódios e tristezas que não pertencem a esse lugar. Não pertencem a esse meu ‘eu’ tampouco . Como se tamanhas felicidades e lembranças boas, fossem de outro mundo, por isso deixa-las de lado era perigoso. Poderia algo alienígena durar tanto tempo em outro mundo como este meu?
Sim.
Aqui estou deitada em uma cama.
Meu coração bombeia o sangue lentamente e eu inspiro e espiro pela boca entreaberta.
Não há nada pelo qual lutar no fundo ,de fora da porta que me fecha agora.
Não há nada que interesse a mim e meu coração não pulsante.
Lá a problemas e dores que eu não quero reviver.
Ainda é agosto, mas eu já visualizo o Dezembro. As despedidas parecem insuportáveis aos meus olhos sedentos de escuridão ( eu fujo da luz do Sol como um morcego).
Mas ao ouvir uma pequena mudança de entonação, um sorriso sincero, um olhar descuidado, ou simplesmente por uma perspectiva mínima de felicidade momentânea; passo a viver de novo.
Não apenas aquele viver de espirar e inspirar o ar e deixar o coração bater.
Mais o viver de sentir e deixar fluir meu rio de ilusões e sonhos estúpidos.
Como me disse uma vez. Você não pode se fazer não respirar.
Você se lembra.
Neste mundo rios não brotam do deserto.
Estranhamente, eu sinto água correndo em cima de mim. Seriam meus olhos vivendo novamente?
Meu coração está batendo.
Você também chama meu nome.
Tantos tipos de amores...
Eu sou humana,
E esta chovendo no Deserto.
terça-feira, 24 de agosto de 2010
Lápis-estaca assasinos
sim eu estou brava. absurdamente brava.
Paro um instante tentando me lembrar do porque. Tento me lembrar
estou me lembrando.
...
Tá bem.desisto.Esqueci.
Parece que hoje eu e o blog estamos comemorando 102 visitas ! O bolo foi o BIS de chocolate branco que eu devorei em instantes, e os convidados da festa, meus dedos e o teclado. obviamente, 51 visitas devem ter sido minhas.
Todas as pessoas que me conhecem, conhecem também, meu lápis de olho. Se eu sair um dia sem lápis contornando os olhos, bem, ou estou realmente doente, ou com uma preguiça alienígena habitando no meu corpo.
Acontece que, a alguns meses atras eu comprei um lápis muito bom, da natura se não me engano, e usei como uma louca. Agora, depois de algumas semanas, tudo o que sobrou dele foi uma ponta do tamanho da unha do meu dedo mindinho.
tentando sobreviver apenas com isso, já que meu dinheiro acabou e não posso comprar outro por enquanto, fui usa-lo perigosamente.
não passou por minha mente brilhante que aponta-lo seria como afiar uma estaca de madeira, que , naturalmente, perfurou o meu olho direito.
Isso mesmo.
Perfurou.
o meu olho.
direito.
Tudo bem. não chegoou a perfurar, mas arranhou, inchou e ficou vermelho.
ridículo.
é só assim que eu consigo me machucar.
eu estou contando isso somente porque a dor esta me encomodando profundamente. além disso incomodar, ainda tenho uma aula de inglês irritante daqui a 15 minutos.
queria contar como realmente me sinto, mas deixo isso pra próxima vez que encontrar um computador livre, ou moedas nos bolsos das calças.
e também é claro, se minha mãe parar de gritar, dizendo que estou atrasada.
viver deve ser isso.
que coisa chata.
Paro um instante tentando me lembrar do porque. Tento me lembrar
estou me lembrando.
...
Tá bem.desisto.Esqueci.
Parece que hoje eu e o blog estamos comemorando 102 visitas ! O bolo foi o BIS de chocolate branco que eu devorei em instantes, e os convidados da festa, meus dedos e o teclado. obviamente, 51 visitas devem ter sido minhas.
Todas as pessoas que me conhecem, conhecem também, meu lápis de olho. Se eu sair um dia sem lápis contornando os olhos, bem, ou estou realmente doente, ou com uma preguiça alienígena habitando no meu corpo.
Acontece que, a alguns meses atras eu comprei um lápis muito bom, da natura se não me engano, e usei como uma louca. Agora, depois de algumas semanas, tudo o que sobrou dele foi uma ponta do tamanho da unha do meu dedo mindinho.
tentando sobreviver apenas com isso, já que meu dinheiro acabou e não posso comprar outro por enquanto, fui usa-lo perigosamente.
não passou por minha mente brilhante que aponta-lo seria como afiar uma estaca de madeira, que , naturalmente, perfurou o meu olho direito.
Isso mesmo.
Perfurou.
o meu olho.
direito.
Tudo bem. não chegoou a perfurar, mas arranhou, inchou e ficou vermelho.
ridículo.
é só assim que eu consigo me machucar.
eu estou contando isso somente porque a dor esta me encomodando profundamente. além disso incomodar, ainda tenho uma aula de inglês irritante daqui a 15 minutos.
queria contar como realmente me sinto, mas deixo isso pra próxima vez que encontrar um computador livre, ou moedas nos bolsos das calças.
e também é claro, se minha mãe parar de gritar, dizendo que estou atrasada.
viver deve ser isso.
que coisa chata.
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Kaito, não me deixe cair

Kaito escreveu a ultima postagem pra mim. Resolvi dizer que era ele, por mais que eu quisesse que continuassem pensando que era eu.
eu não escrevo tão bem. Não tenho asas.
Por isso, ele sempre tem que me carregar pela mão. Me empurrar.
Meu irmão.
Andava com saudades das coisas que ele escrevia. Lê-las me inspirava a escrever as minhas. Ultimamente nós não andamos falando sobre isso.
Nada que envolva o verbo sentir, ou o verbo amar. Só o verbo sorrir.
Sorrir por nada. Só pela presença um do outro.
Eu ando falando muito de sorrisos.Deve ser porque eu ando mesmo sorrindo ultimamente.
E me sentir leve, como uma nuvem, ou como uma brisa, pareceu-me enormemente errado.
Uma violação da natureza. Não estava eu fadada a desgraça imininete?
a melancolia permanente?
Ando com a 'pulga atras da orelha' com essa tal felicidade. Sei que vai me escapar pelos dedos assim que eu lhe der a chance. Se que vai virar fumaça se eu não manter a tenperatura certa.
Sempre foi assim comigo. Estou esperandoa-a ir embora. Como ela sabe que faz.
Por enquanto, ainda não desapareceu.
Vou passar a perna nela e engaiola-la.
Não ando sentindo frio. Marco me emprestou sua blusa. Ela é quente.
Meu Sol particular.
Pensar em Sol me dá frio de novo. Tem tantos sóis me espiando lá fora. Novamente a vontade de apaga-los com as pontas dos dedos.
Ainda sim, sei que não sentirei frio. Não enquanto estiver agasalhada, fora de perigo.
A sensação é boa. Quase segurança.
Descobri esse final de semana, que meus maiores bens cabem dentro de uma caixa velha e empoeirada de papelão.
Todos meus amados livros ( e uns mangás dos quais nao consigo me despedir)cabem numa pequena caixinha e estão engaiolados agora. Esperando por sua nova casa. Sua nova estante.
Ver que o que eu mais gostava na casa inteira era só aquilo me deprimiu. Quer dizer...
Qual era o meu problema? só me apegando a coisas de uma caixa velha e suja.
Talvez eu deva mesmo começar um tratamento, já vejo minha mãe me colocando pra fora de casa com a caixa embaixo dos braços.
que exageiro. Porque ela me mandaria embora?
se eu me recusar a lavar vazilhas de novo, provavelmente ela o faça.
Lan house de novo. Gosto deste lugar, do ar condicionado.
Fecehei uma prova de física.
Almoçei strogonoffe.
Marco e eu rimos.
Ah, hoje é dia 23.
Estranhamente, hoje é um bom dia.
P.s: a foto nao tem nada a ver, mas ta escrito hey jude !e tem meu Beatles *-*
aah, essa musica adorável.
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Disparo contra o sol, sou forte e sou por acaso.

E eu disse, deixe uma vela acesa.
Sobre seu telhado, alinhada à janela de seu quarto. E deixe-a aberta, para não fazer alarde. Deixe a cortina se repousar, quieta. Durma um pouco, mas esteja preparada. Eu estarei aqui. Eu e mais alguém.
Assim foi feito. No decorrer da madrugada, levantei-me de minha cama e às escuras, procurei meus tênis e um agasalho. Abri a janela. O sopro da noite me dava a sensação de frio. Não foi tudo: do lado de fora do muro de minha casa, sob a luz amarelada e falha de um poste, um garoto me esperava. Desde então, foi como um sonho que realmente tive, nós dois corríamos pela rua escura e talvez fosse engraçado, porque ríamos. Então a rua foi morrendo, cortada por um bulevar de ipês, e nós pulamos.
Minhas costas se contorceram, como se houvessem asas internas se libertando pelos poros de minha pele. Minha coluna doía como se a apertassem. E do pulo, não voltamos ao chão.Prosseguimos. No ar. Voando, rindo.
Foi fácil achar sua casa. Havia uma vela sobre o telhado. Ela não fez o que prometera, não dormiu. Eu tomei-a pela mão esquerda e ele, pela direita. Vimos a cidade toda por baixo de nós. Sentimos o gosto das nuvens. Elas são doces, sabia? Pois são.
Essa história vai se repetir. Todas as noites. Não se esqueça de acender a vela hoje, Judie Jan.
Stupid Kid

Hoje tirei umas fotos pro Site de roupas da minha madrinha.
A verdade, é que tirar fotos dos outros é realmente legal. nos primeiros 5 minutos.
Depois continuei firme, porque tinha prometido, mas o cansaço me abate.
eu acho que ando com febre ou coisa assim.
Pela manhã teve aquela sexta-feira diferente, que deixa a polliana toda empolgada. Eu empolgo também kk
O tema foi Infantil.
Eu sou a criança de batom vermelho e uma blusa de frio que não faz parte do figurino kkk.
As vezes eu perco completamente a inspiração.
Here without you esta tocando.
e essa é a milésima vez.
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
E o mundo realmente podia explodir. Estou sorrindo.
Fico realmente frustrada de não poder postar as coisas no blog. u.u
Acontece que me mudo semana que vem, e tenho a impressão de que algum dia vou chegar em casa e.. PAM
a energia vai ter sido desligada e meus irmãos estarão segurando velas, colocando assim,fogo nos cachorros.
Em fim, minha casa está quase pronta e a luz do meu banheiro já acende \õ/
percebi que só conto coisas tristes aqui, e que se continuar assim vou deprimir ainda mais meus queridos leitores.
Acontece que sempre acontecem coisas ruins, e sempre acontecem coisas boas, cabe a mim decidir sobre quais falar.
hoje ainda tenho algumas coisas ruins.
Ontem pela manhã tivemos uma gincana pela segunda vez no colégio.
Estava muuuito frio, e minha equiupe era como... Bem, era uma porcaria.
eu ia dançar e pelo menos, isso foi bem legal.
descobri que apesar de eu ser tímida, dançar não em deixa envergonhada, me anima. é legal.Libertador.
Algumas pessoas elogiaram e eu fiquei bem feliz |o/
a melhor parte do dia ,entretanto, foi jogar conversa fora com o Marco no final desse circo.
Acontece que as pessoas estão sempre metendo o dedo enorme na minha vida, e eu realm,ente tenho vontade de
POF.
corta-los fora.
estou escrevendo que nem a Polliana, melhor eu parar.
Fazia muito tempo que eu e Marco não riamos de coisas estúpidas, e fazia muito tempo que ele não falava mal das minhas crenças, coisas das quais eu sentia falta. o ruim nisso tudo é que sempre tem alguma coisa querendo atrapalhar, ou melhor, alguem se importando.
as pessoas que realmente se importam, obrigada. Masconcordo com uma coisa:
Quem se importa realmente?
eu.
e isso devia bastar.
Queria que somente uma vez as pessoas se ligassem que talvez elas não conheçam a história toda, talvez, e só talvez, elas não tenham nada a ver com isso.
da próxima vez que alguém passar correndo e chorando pela sua frente, simplesmente a deixe passar. Pode muito bem ser eu, e tudo que eu gostaria era parar de ser notada.
Perceguida. Essas bocas falantes cuspindo na minha cabeça, tirando conclusões precipitadas.
fofocas.
suposições.
boatos.
enfiem todos eles em suas próprias cabeças. Me poupem de toda enrolação, deixem-me ter um dia feliz.
sinto falta disso.
O pior de tudo é que eu sempre faço besteira.
Nunca vou conseguir deixar claro que me sinto absurdamente importante, e bem, quando as pessoas se preucupam comigo. Mas eu não preciso disso.
é humilhação?
é perca de tempo?
é idiotice?
eu decido. sou eu. é minha vida.
chega de ouvir vozes de outros. Tem coisas que não estou disposta a perder, e sei que vocês também tem.
Se alguém me ver chorar da próxima vez, saibam que estou treinando pra uma peça de teatro.
Não se preucupem, e também não riam, não é mesmo uma comédia.
Falando de coisas felizes, ontem era um dia importante pra mim.
devia significar muita coisa mas, vi que tenho dias guardados na memoria que significaram mais. eu ainda os vejo em cores, dançando na minha frente.
As vezes as lembranças se abraçam. diante de meus olhos. é bonito.
Estou ouvindo Here without you novamente.
Não me canso dessa musica.
Eu me lembro então de coisas muito boas. E me diga então, que mal me faz lembrar?
me lembro que tem vezes em que é mais fácil colocar um sorriso no rosto do que colocar ar dentro dos pulmões, me lembro que respirar pode ser gratificante,
me lembro que segurar uma mão já basta por toda uma vida. talvez só por alguns segundos.
Talvez só por algum olhar.
e quem se importa' quem deve se importar?
eu me importo. Vou me importar até eu cansar de me importar. quem decide sou eu.
E gosto de ter essa decisão nas minhas mãos.
E é normal, me sentir perdida de vez em quando. Ou triste, ou sozinha.
e é normal pra mim, deitar e sonhar. Não com coisas boas, nem coisas reais.
Quem mais sonha em deitar no colo de alguém?
acontece, que novamente, eu fico realmente frustrada.
minhas mãos estão sozinhas de novo, mas eu não preciso estar. Não necessariamente.
As vezes você deve fazer como eu.
Mandar o mundo ir se fuder, e ai, só ai, fazer tudo de novo, errar completamente.
não ligo pra nada disso. Não mais.
Que o mundo se exploda, só hoje.
eu continuo parada em algum lugar por ai, decidindo,
quero fazer o que eu quero.
simplesmente.
Thank you.
domingo, 15 de agosto de 2010
Coloque um sorriso nesse rosto.

Não consegui resistir, tenho que postar
Where without you.
eu adoro fazer a cara da foto a cima. haha.
boa noite, pra você.
Coloque uma música, uma musica daquelas.
cole um sorriso no seu rosto.
A hundred days have made me older, since the last time
that I saw your pretty face
A thousand lies have made me colder and I don't think
I can look at this the same
But all the miles that separate
They disappear now when I'm dreaming of your face
I'm here without you baby but you're still on my
lonely mind
I think about you baby and I dream about you all the
time
I'm here without you baby but you're still with me in
my dreams
And tonight, it's only you and me
The miles just keep rolling as the people leave their
way to say hello
I've heard this life is overrated but I hope that this
gets better as we go
I'm here without you baby but you're still on my
lonely mind
I think about you baby and I dream about you all the
time
I'm here without you baby but you're still with me in
my dreams
And tonight girl, it's only you and me
Everything I know, and anywhere I go
it gets hard but it won't take away my love
And when the last one falls, when it's all said and done
it gets hard but it won't take away my love
I'm here without you baby but you're still on my
lonely mind
I think about you baby and I dream about you all the
time
I'm here without you baby but you're still with me in
my dreams
And tonight girl, it's only you and me
Meus olhos de carvão
Minha temporada de 'férias' acabou.
elas duraram umas 48 horas, mas estranhamente, fui suficiente pra mim.
Já sinto saudades do sofá de linho bege, e das horas de silêncio.
Papai foi generoso. deu-me 5 reais que eu transformei num sanduiche muito gosto do Mc Donalds.
Minha mãe e eu viemos visitar a vovó ( uma hora atras, ainda estava instalada aqui)
que não se sentia muito bem.
Ter alguém doente na família é isso, em mim a sensação é de uma coçeira que não se pode coçar ( A hospedeira aqui -n)
Mais que uma coçeira. é como a prorpia doença. Me sinto doente junto com ela.
Resolvi então, que ia reviver meus momentos de infância.
Por acaso me lembrei do 3 doors Down, que fez uma das minhas musicas antogamente preferidas.
Here without you.
Me lembra meu amor platônico da infância. Sinto saudades daquele tempo. Mas não sinto saudades de ninguém.
Tem que ter sentimentos, pra sentir. não tem?
Sinceramente, sou péssima cantora, mas não consigo parar de cantar por aqui.
" fico perdida sem você, baby"
"e eu penso em você a todo tempo"
Nessas horas abençoo meu amado inglês.
Cantar me faz sentir livre. é o mais perto de voar que eu sei que vou conseguir chegar.
ha não ser, é claro, se alguém não me empurrar de um avião um dia desses.
Ah, eu amo essa musica.
Cada átomo do meu corpo se mexe com ela.
Descobri porque me sentia meio perdida ! Não estava escutando essa musica.
Que foi?
eu não posso gostar de músicas menos velhas também?
é legal deixar o rock antigo pra trás um pouquinho e sonhar. Naquela época eu sonhava muito.
Me sinto capaz de sonhar.
Respirando de novo.
Me sentir normal de novo é absurdamente estranho. é como olhar-se no espelho e se deparar com outra pessoa refletida nele.
Olhei no espelho procurando a menina dos cabelos negros aos ombros. Procurei olhos sem maquiagem, sedentos por lápis, delineador. Procurei um sorriso sincero, que não escondesse mágoa ou solidão.
Procurei joelhos ralados, de quem acaba de cair da bicicleta. Procurei unhas curtas em minhas mãos.
Mas, derrepente, o espelho me pregou uma peça.
Escondeu meu reflexo atras de cabelos loiros , quase na cintura. A usurpadora tinha olhos contornados de preto. Parecia carvão. ela não sorria. sua boca estava debochada.
Tinha unhas cuidadas e grandes.de mulher. Me assustei. eram pretas. Os joelhos estavam visíveis sobre a pele. Imaculados.
O que ela fez de mim?
posso me ter de volta?
não. ela disse.
Parece que fazem 100 anos que não vejo meu proprio rosto.
Tive náuseas a perceber que ela era eu.
Puxei os cantos da boca, em duas extremidades opostas.
Descobri que podia sorrir.
Ela sorriu no espelho.
" I'm here without you baby but you're still on my
lonely mind"
Veja só! ela esta cantando. você também gosta dessa música?
eu gosto. Então pode ser minha amiga.
Você pode ser eu.
Convencida.
Por de trás dos meus olhos de carvão.
Another pain

Esquento meus pés um sobre o outro mais uma vez.
Eu e meu coração estamos frios.
Preciso te dizer uma coisa. Você não vai gostar.
Talvez você já saiba.
Eu não sei de nada.
Faça alguma coisa. Além de fazer alguém sofrer.
é mais um dia em que o Sol se recusa a sumir. Fica bilhando em cima de mim. Queimando. Porque ele não para?
por mim devia chover todos os dias. Tem um vento Frio imaginário acoitando a minha janela. A minha alma também.
Seu sorriso bate e se parte por entre as paredes da minha cabeça. Suas palavras de despezo cortam meus ossos por dentro.
Lamina por lamina. Conte os meus pedaços.
Eles caem todos sobre você. Eu sempre disse que era sua.
Alguém esta rindo do meu lado. Eu jurava que era eu. Minha boca esta fechada.
Podia senti que era eu?
separada do meu corpo.
Não fale comigo hoje.
Sim, uma enxorrada de palavras não ditas escorrem da sua boca.Você não espea que as limpe. Espera?
Você fez alguém sofrer hoje.
Pensei que sofrer já não fosse algo possível.
Segure a minha mão. Abraçe meu corpo doente e caido.
O que?
ah, é mesmo . Você não pode escutar.
Calo-me por alguns instantes. Preciso acabar com o silêncio.
Não era essa sua música favorita?
Não há como colar de volta os pedaços do meu coração. Hoje não.
Deixe-os jogados. Hoje não preciso deles de volta.
Nos falamos como se nada tivesse acontecido.
Nada aconteceu.
Pelo menos pra você.
Achei que eu fosse importante.
Espere ai...
Eu não era?
conheço mais de você do que você pensa.
Eu falo comigo mesma. Tudo está caindo.
Não posso conhecer você. Espere de novo...
Eu não te conheço.
Você fez alguém sofrer hoje.
Como explicar ao seu coração?
a dor alheia chega a se juntar a sua. Um acúmulo de dores. Um acumulo de cores.
Todas as minhas lágrimas são negras. Já que sou incapaz de mentir.
Me bata mais um pouco.
Já que isso te encanta tanto.
Faço tudo que você quiser.
Não é?
você se lembra?
eu me lembro.
Estou caindo dentro de você.
Não me diga que não pode me sentir. Estou arranhando tudo que posso por dentro.
Raiva. Ah, doce raiva.
Ah tanto tempo não sentia isso. Orgulho? que palavra estranha.
Eu faço tudo o que eu quero. Quero o que você quer.
Lixo. Marionete. Boneca.
Você não vai sair pra brincar comigo?
se cançou de fazer alguém sofrer?
sim. Você fez alguém sofrer hoje.
Eu a vi chorar. Ela chorou atravéz dos meus olhos. E isso tudo é porque entendo a dor dela. é a minha dor.
Dor, que coisa engaçada. Se esvai entre os meus ouvidos. é levaod por meus cabelos.
Cega de mais para ver. Tola de mais pra respirar.
eu fiz alguém sofrer hoje.
A vingança não é doce, se assim é que você pensa.
Sofri a tanto tempo atrás.
Pela primeira vez não é de mim que estou falando.
Pelo menos não só de mim.
Todos nós caimos. Quem nos ajuda a levantar.
Eu só mais uma intrometida.
Ei, você fez alguém sofrer hoje.
Sei que isso dói no seu coração.
Não esconda que possui um.
Hey you !


Eu não sei como, nem quando foi acontecer.
Foi como um baque, um daqueles chutes na quina de uma cama. Foi um cidente de carro.
Um vôo de paraquedas. Uma queda de um paraquedas.
Foi tudo pra mim. E aconteceu.
Eu tinha uns 9 anos de idade e uma tiara com balinhas por cima. Na lembrança ( deteriorada) dela era um centopéia, não era não.
Eu sava uma saia colorida e uma blusa coloida. Tinha os cabelos curtissimos e pretos.
Uma daquelas menininhas mimadas.
Eu odiava aquele lugar. Tinha vergonha. Tinha medo.
A aluna nova da escola.
Ela já era de casa. A menina inturmada da escola. Ela achava que 'mandava no pedaço'. Ela era pequena dos cabelos cacheados. Dos tênis cor de rosa. Ela era 'do gueto'.
Eu não gostava daquela menina.
Ela também não gostava de mim.
Eram dias de intensa competição. Eu sempre disse que as pofessoras gostavam mais de mim.
Uma sentava atras da outra.
Ela tinha as canetinhas mais bonitas.
Eu tirei 10 nessa prova. Você viu?
sorri.
Ela fechou a cara, cruzou os braços e empinou o nariz.
Conheço muito essa expressão.
Posso desenhá-la de olhos fechados.
Eu era a inocente.
" você quer comprar esse Card de mim? pra você faço 1 real"
" Oba! eu quero!"
nas lojas 4 eram R$0,25.
Hoje nós vamos brincar de pique no ar.
Eu não quero.
Ela quer.
Aquele menino loirinho gosta de você.
Minhas bochechas esquentam.
Ela ri.
Competimos.
Ela briga.
Ela é forte. Tenho medo dela.
" Você quer ir brincar na minha casa? minha mãe vai fazer um lanche pra nós"
" toma aquele adesivo que você pediu "
quer vir brincar na minha casa de novo?
e de novo.
e de novo.
e de novo.
Vem brincar aqui.
Quer dormir na minha casa?
vamos brincar de cazinha?
você não gosta, quer brinca de cantar?
Ela era a Dulce Maria. Eu era uma tal de Lupita.
Eu era a melhor em geografia e ciências, história, artes.
Ela era a melhor nas matemáticas.
" Olha , eu tirei 10 "
abaixei a cabeça. Fechei os olhos. fiquei com vergonha
Inclinei a cabeça e sorri.
Você pode desenhar minha expressão de olhos fechados.
Conhece muito bem.
Foram anos que se passaram.
foam décadas
foram meses
foram dias?
que estranho é olhar pra minha vida.
Porque você está lá desde do início.
Polliana, cadê você?
Estou aqui Luciana. Burra.Cega.
Que alívio. Polliana está aqui.
Foram anos e anos que se passaram. disso eu tenho certeza.
Me apeguei a ela. Não estava mais usando alguém pra virar a rainha da quata série.
Não era mais alguém pra contar que o menino loiro de olhos azuis era uma gracinha.
Ela continuava a pegar o meu lanche.
Catar o meu dinheiro.
Falar bem das minhas roupas ( muito mal por trás)
a me odiar por dentro.
E eu já amava ela.
" eu te amo, amiga!" dizia ela.
Por todos esses anos, não sabia se era mentira.
Criança.
Quase-não-mais-criança
quase-pré-adolecente
pré adolcente
moçinha
adolecente
e seja lá qual fase estamos agora.
Possover que ainda viram as fazes jovens, adultas, as crises de meia idade.
Sei que ainda vai vir a velhice.
" Posso dormir na casa da Polliana, mãe?"
brincadeiras de papel.
Nostalgia.
Polliana. Luciana.
As pessoas não conseguem separar mais.
" Polliana cadê a Luciana?"
" Luciana, onde está a polliana?"
Que saudade.
Que saudade.
Eu era só uma meninha de cabelos pretos curtinhos, perto da orelha.
Eu queria a amizade dela.
Por dentro, sei que ela também queria a minha.
Ela era só uma menina de cabelos lindamente cacheados, e os tênis que eu odeio nos pés.
Não era não.
Ela já era brilhante.
Minha amiga.
Minha irmã.
Sua velha. Me deu tanta vontade de chorar agora.
Será que ela ainda me odeia. Eu me pergunto as vezes.
Anos e anos depois daquele primeiro dia.
Será porque que ela enchugou minhas lágrimas todos esses dias.
Porque ela chorou comigo?
porque me ouviu gritar?
porque ela disse que tudo sempre ia dar certo?
Porque eu sempre acreditei.
Minha polliana.
Minha alma em uma de suas extensões.
Ela não fala mais mal do meu cabelo.
Ela ainda ri da alface no meu dente.
Ela ainda é aquela menininha pra mim.
Ainda quero coloca veneno no refrigerante dela. Se eu colocar, que bebe primeiro sou eu.
Luciana, sua burra. Idiota. Luciana, sua retardada. Luciana, faz isso ! Luciana volta aqui.
Polliana. Me dá tanta vontade de sorrir.
Sua nerd. sua esquisita. Sua boba.
Eu ainda escuto você me dizendo.
Escuto aque se torna musica nos meus ouvidos. é assim com tudo que você diz.
Eu não posso te pagar.
Desculpa.
Amor, dinheiro não pode comprar.
céu não pode comprar.
Nem estrelas.
"polliana, hoje tá chato."
"Luciana, eu tenho um pressentimento"
- Não, mesmo?- falamos juntas.
Gosto do som das nossas vozes juntas.
parece musica.
Pra mim.
Todos esse anos, e eu nem sou mais quem eu era.
Tudo foi antes, e tudo foi depois.
" Mãe, é a Polliana."
" vou pra casa da polliana "
" vou sair com a polliana"
" que raiva da Polliana"
"O que eu faria sem a Polliana?"
Lembra daque dia?
- Polliana.. que nome estranho.
você me bate.
dói.
eu rio.
Você ri.
tenta me ofender também.
Depois de tanto tempo, você me ama também.
Ela é minha irmã.
Ela é o colorido e eu sou o cinza, o preto e branco.
Ela é amada, e eu sou a ouvinte.
Polliana, eu te amo.
Como naquela primeira vez, você se lembra?
" quer ir brincar na minha casa hoje?"
Quer ser minha amiga hoje?
Eu não existo sem você
(I can't Get no) Satisfaction

Acordei animada pra musicas hoje.
Começei fazendo uma pesquisa sobre as 100 musicas do século , e as 200 melhoes musicas dos anos 60.
Acho que eu tenho uma queda gigantesca por musicas "antigas"
Adoro ficar procurando e baixando musicas durante horas.
Acho que hoje vai ser um Bom dia.
Eu adoro os rolling Stones.
Eu não consigo me Satisfazer.
sábado, 14 de agosto de 2010
Luz suficiente

minha compulsão por noites na internet não tem diminuido.
Estranhamente, não tenho muita vontade de ficar por aqui, mas a tela do computador parece cantar pra mim. Ela é melhor que o sono.
Eu posso dormir pela manhã. claridade faz meus olhos doerem.
O único barulho que ouço são os meus dedos batendo no teclado.é um som irritante, enjoa os ouvidos, mas a preguiça de ir até a bolsa e pegar um fone de ouvido também é surreal. Tenho sede, não quero nem me levantar.
Tento me lembrar de alguma coisa pra falar mas estou presa.
Sei que vou ficar ainda por aqui. Agora minha cabeça dói também, o pescoço e as juntas. A barriga.
A cama do quato de visitas não tem meu edredom velho e macio, o que me tira toda a vontade de me arrastar até aquela porta.
Também não quero ficar muito tempo aqui no sofá perto das luzes bruxuleantes da rua lá em baixo.Me assusta, sim, eu confesso.
Morro de medo do escuro.
Talvez medo de coisas que eu não posso ver e que me arrastem pra baixo da cama, num buraco profundo e infinito.
Estranhamente não me importa mais.
Vou deitar e dormir agora.
Passar pelo corredor deseto silêncioso e negro.
Ele me chamou de meu anjo.
Me joguem no espaço profundo.
Tem luz suficiente aqui dentro.
All Fall down
Essa música do One Republic me conquistou.
é a minha música de hoje.
não liguem para o vídeo, apenas escutem a musica
é a minha música de hoje.
não liguem para o vídeo, apenas escutem a musica
Don't ya think that you need somebody, you're ot the only one '

De acordo com a Roberta, hoje é o dia da solidão.
Engraçado ela ter me dito isso, porque pra mim, dia da solidão é todo dia.
Logo, hoje é um dia como qualquer outro.
As mesmas dores, as mesmas chatices, os mesmos detalhes corriqueiros, sem esquecer, é claro, da minha compulsão por sorvete crocante.
Eu e me minha madrinha temos um ritual. Fazemos ele toda vez que meu tio viaja pra São Miguel e ela fica o final de semana sozinha.
Nós saimos pra ir ao cinema e comer Sanduíche, e depois voltamos para csasa da minha vó pra assistir TV com ela.
Fazemos isso todas as vezes, pq ela fica sozinha sem meu Tio aqui.
Eu gosto bastante de sair com a minha madrinha. Ela é uma das minhas familiares favoritas. Nós gostamos de quase tudo que a outra gosta, e isso torna nossa convivência mt legal.
Hoje é o tal do dia da solidão, que coisa estranha. Eu devia saber em algum lugar po dentro, mas acho que hoje me sinto menos mal do que me senti ontem.
Meu dia da solidão foi ontem. Não sei...
Me sinto do mesmo jeito todos os dias.
Ultimamente tenho notado que as pessoas pararm de olhar pra mim com aquela caa de " Oh,coitada" e eu agradeci a Deus por isso.
Apesar de terem desaparecidos os comentários e as caras de pena, o resto não diminuiu. Continuo gostando somente da hora em que um maldito sinal toca, dizendo que eu posso ir pra casa.
Ufa, mais um dia. Sobrevivi.
Quando estou em casa, é respirar fundo e aguentar o dia de lá também.
Quando as luzes da televisão se apagam, e as conversas dos meus irmãos se tornam cochichos, me sinto melhor.
Ufa, sobrevivi.
Posso deitar a cabeça no travesseiro pra minha ultima luta. Dormir.
Dormir é a minha parte favorita do dia. O que a estraga são os pesadelos que eu tenho, sendo que nunca tenho sonhos bons. Isso acontece desde de que eu era novinha. Uns 6 ou 7 anso de idade.
Desde então nunca melhorou, e eu tenho pesadelos todas as noites. Nas noites em que eu estou muito cansada eu simplesmente durmo e vejo coisas sem nexo ou sentido.
Gosto especialmente dessas noites, porque sempre me parece que não vou acordar.
Ai, quando abro os olhos, pareço uma nova pessoa, não estou cansada nem com medo. Po uns 2 minutos me sinto capaz de tudo. Me sinto forte e uma guerreira.
é o meu momento favorito.
Dias da solidão são engraçados, eles não me trazem nós nem dor na garganta. Dias de solidão não recussitam lembranças antigas, e dias da solidão não me deixam ferida.
Dias da solidão não existem.
E isso tudo é mentira.
De qualquer modo, não sentir nada é bom.
Parece que eu não sinto nada a tanto tempo.
Hoje tá ventando muito frio. Eu adoro essa sensação.
Me sinto solitária, que nem o vento.
Hoje é o dia da solidão?
que engraçado, eu já sabia.
November Rain

Minha mãe viajou com meus irmãos para visitarem meu pai, que agora mora mais em aguas lindas do que aqui em Goiânia.
Eu estou morrendo de saudades dele, mas hoje fui fazer uma daquelas provas de olimpíada de física, e também não gosto de cidades satélite.
O fato é que vim ficar na casa da minha avó Iraci, e eu já devo ter falado que eu amo vim pra cá um monte de vezes.
Só vou fica aqui até amanhã a tade, mas gosto de ter um tempinho pra descansar minha cabeça de tudo.
Minha vó esta assistindo Raul Gil de novo, e eu estou ouvindo Breathe no more.
Esses dias eu estava morrendo de vontade que chovesse.
Alguém mais notou que não chove a anos?
eu notei.
to com saudades de quando chovia por aqui.
Quando amanheceu hoje, eu tive uma centelha de esperança quando vi toda aquela neblina por entre os prédios. Engraçado que toda vez que eu tenho esperança de alguma coisa, meu barquinho afunda.
Tá bem, não é nada engraçado.
Mas de qualquer forma, não choveu e eu suei horrores de tanto calor.
Sinto tanta saudade da chuva que quando chover vou me sentar bem no meio do quintal e esperar até a chuva ter molhado até a minha alma.
Quando a chuva chegar eu vou ficar feliz.
Estão dizendo que eu vou me mudar daqui 15 dias, e agora eu estou anciosa.
Ue desfiz todos os laços com a casa antiga, e queria que fosse fácil faze assim com outras coisas assim.
Eu sonhei a vida inteira em ter um jardim, e achei que eu ia ter desta vez. Mas eles não vão fazer nada por enquanto, o que quer dizer que resolvi não me importar mais.
Então, estou feliz porque vou ter um banheiro só pra mim e mais nada.
Se bem que eu não me importo muito mais com nada.
Polliana acha que eu estou doente. Tenho medo de estar mesmo.
Ontem dormi ouvindo november Rain.Eu tenho um tombo por essa musica. Ela me dá vontade de aprender a tocar piano. Coloca meu pobre teclado no chinello.
Parece que não vou conseguir escrever direito hoje.
Talvez eu não tenha feito nada certo hoje.
Continuo com aquela vontade doida de ir pra casa.
E continuo de novo com aquela sensação de não saber onde é.
Não é novembro, mas podia tanto chover.
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
In my life
In My Life
There are places I remember all my life,
Though some have changed,
Some forever, not for better,
Some have gone and some remain.
All these places had their moments
With lovers and friends I still can recall.
Some are dead and some are living.
In my life I've loved them all.
But of all these friends and lovers,
There is no one compares with you,
And these memories lose their meaning
When I think of love as something new.
acabei assistindo um especial dos Beatles hoje.
There are places I remember all my life,
Though some have changed,
Some forever, not for better,
Some have gone and some remain.
All these places had their moments
With lovers and friends I still can recall.
Some are dead and some are living.
In my life I've loved them all.
But of all these friends and lovers,
There is no one compares with you,
And these memories lose their meaning
When I think of love as something new.
acabei assistindo um especial dos Beatles hoje.
Frustrante

Tem uma coisa muito engraçada que acontece comigo.
Quando eu tenho um dia relativamente bom, o outro é absurdamente ruim. daqueles de fazer doer a cabeça.
Fico pensando, e descubro que as outras pessoas também devem ter dias absurdamente ruins.
Me sinto mal por elas, me sinto impotente.
Hoje, de acordo com a minha mãe, eu sou uma pessoa realmente ruim, que só pensa em si mesma, e sem coração.
ouço ela falar isso e tenho medo de ser verdade. Medo de ser assim, tão ruim.
Talvez todas as pessoas também pensem que são ruins de vez em quando. Talvez todas elas tenham vontade, assim como eu, de ficar bem feliz, sem ter motivo.
Mas hoje tudo está em silêncio, e eu tenho que voltar pra casa, onde não tem internet ><
o que se faz quando se está triste?
chora?
eu vejo um por do Sol lindo atrás dos edifícios.
não quero chorar, quero dormir.
não tenho sono.
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Patience
Lagarta espiritual
ultimamente, basicamente o que faço, é dormir, escola, aulas, cursos, Tv, dormir, escola, aulas, curso.
Pode tirar até o tempo pra comer ou o tempo pra pensar na vida.
Percebi que eu evito muito pensar na vida. Tenho quase medo disso.
Mas hoje me sinto bem. Mesmo com a rotina de dormir, acordar, escola, curso e mais curso.
Me sinto bem simplesmente por estar.
Estranhamente me sinto bem por ter me sentado num banco antes do almoço.( e por ter feito perguntas idiotas)
Gosto de simplesmente me sentir bem. Sem medos estranhos e inseguranças.
Gosto de rir, e de ganhar beijos na cabeça por parecer inocente ( obrigada Caio)
As vezes eu gosto de apenas existir.
Como a lagarta espiritual do meu curso da igreja.
A lagarta não tem que fazer nada e ela só come e recebe. come e recebe.
Fazia um tempão que eu não em sentia uma lagarta espiritual.
O estranho de ser uma lagarta é que você sabe que está fazendo algo errado. Afinal, lagartas contribuem pra quê?
talvez pra cansar de ficarem cansadas. Ou, no meu caso, gostar de estarem cansadas.
De todas as maneiras me sinto bastante bem hoje, e não quero estragar esse dia.
Dia de lagarta espiritual
Que na verdade seria largata, se o Marco não tivesse me corrigido.
Eu sou uma lagarta e gosto de ouvir Patience.
De verdade mesmo, todas as borboletas deviam passar mais tempo sendo lagartas.
simplesmente existindo.
Me da vontade de sorrir.
Pode tirar até o tempo pra comer ou o tempo pra pensar na vida.
Percebi que eu evito muito pensar na vida. Tenho quase medo disso.
Mas hoje me sinto bem. Mesmo com a rotina de dormir, acordar, escola, curso e mais curso.
Me sinto bem simplesmente por estar.
Estranhamente me sinto bem por ter me sentado num banco antes do almoço.( e por ter feito perguntas idiotas)
Gosto de simplesmente me sentir bem. Sem medos estranhos e inseguranças.
Gosto de rir, e de ganhar beijos na cabeça por parecer inocente ( obrigada Caio)
As vezes eu gosto de apenas existir.
Como a lagarta espiritual do meu curso da igreja.
A lagarta não tem que fazer nada e ela só come e recebe. come e recebe.
Fazia um tempão que eu não em sentia uma lagarta espiritual.
O estranho de ser uma lagarta é que você sabe que está fazendo algo errado. Afinal, lagartas contribuem pra quê?
talvez pra cansar de ficarem cansadas. Ou, no meu caso, gostar de estarem cansadas.
De todas as maneiras me sinto bastante bem hoje, e não quero estragar esse dia.
Dia de lagarta espiritual
Que na verdade seria largata, se o Marco não tivesse me corrigido.
Eu sou uma lagarta e gosto de ouvir Patience.
De verdade mesmo, todas as borboletas deviam passar mais tempo sendo lagartas.
simplesmente existindo.
Me da vontade de sorrir.
sábado, 7 de agosto de 2010
Fish frie

Não sei porque mas eu andava sonhando com peixes.
Sonhei até mesmo que eu era o peixe, outras vezes eu via peixes morrerem.
De todas as maneiras os peixes são criaturas lindas na minha concepção.
tá certo que se eu fosse ser um animal, eu seria uma baleia, ou uma borboleta, mas se eu fosse um peixe, não reclamaria.
Mais cedo eu estava me peguntando,será que os peixes se apaixonam?
será que nós nos apaixoamos por peixes?
será que meus sonhos com peixes estão prevendo meu futuro ao lado de algum peixe colorido do mar?
Ultimamente eu tenho parado de amar as coisas.
Eu amava a água do aquário vazio do Yellow, amava o chão da esquina da minha casa, amava a caixa d'água grande perto do supermercado.
Amava colocar os pés no chão.
Mas hoje, hoje não tem mais água no aquário vazio.
a caixa d'água é só uma caixa d'água, o chão da esquina é só um pedaço de asfalto que precisa ser refeito.
Minha casa é só mais um aglomerado de tijolos.
Eu sou só um aglomerado de células.
Meu peixe Yellow já deve ter virado comida de bactérias,meus sonhos bobos também.
Acho que todas as pessoas andam parando de amar as coisas, parando de amar as outras pessoas, e paando de amar o asfalto que passa na rua da sua casa.
Ninguém ama sentar na varanda a noite, nem andar de mão dadas, ninguém mais ama fazer alguém feliz.
Niniguém mais ama amar.
Acho que a culpa é toda minha.
Desencadeei uma reação universal anti amor. talvez eu tivesse que ter amado mais pro mundo continuar girando no rumo ceto.
Talvez eu devesse ter amado menos pra não ter acabado com a gravidade.
Talvez eu devesse ter recusado amor, e as nuvens continuariam a gerar a chuva que eu gostava de ouvir a noite.
Não sei como mais a culpa foi minha.
Eu tirei o amor do mundo.
O amor do mundo dos meus sonhos pelo menos.
Acho que foi o que todos nós fizemos.
No final, eu queria ter uma piscina repleta de peixes coloridos e felizes, pa pode ficar olhando pra sempre.
Queria poder fazera humanidade inteira sonha com peixes coloridos, somente por uma noite.
Assim iria me fazer ser entendida.
Sonhe com peixes coloridos essa noite.
too much Ironic
Irônico.
Eu gosto do som desta musica, e da letra. :D
Ironicamente, hoje eu nao estou me sentindo irônica
O garoto de liverpool, e meu outubro

Vai sair um filme sobre o John em outubro *-*
eu não vejo a hora de assistir, e menos ainda, de comprar e ter o DVD pa mim
kkkkkk'
Ele é um dos meus Beatles foravitos ( tá certo eu gosto de todos)
abaixo umas descrições técnicas e a sinopse do filme que vai se chamar:
O garoto de Liverpool.
foi divulgado nesta quarta-feira (28) o cartaz nacional do filme "O garoto de Liverpool", que mostra a juventude do beatle John Lennon. O filme está programado para estrear no Brasil dia 1º de outubro.
O roteiro de "Nowhere boy", que traz Aaron Johnson no papel principal, foi escrito por Matt Greenhalgh (de "Control") e detalha a história de Lennon como um adolescente solitário, abandonado por sua mãe e criado por uma tia autoritária (Kristin Scott Thomas).
Seu ídolo é Elvis Presley, sua válvula de escape, a música, além da arte e da amizade com Paul McCartney (Thomas Sangster).
"As mulheres da juventude de John literalmente formaram a pessoa em que ele se transformou", disse a diretora, a artista plástica Sam Taylor-Wood, na época do início das filmagens."Os pontos fortes e fracos de seus relacionamentos são centrais neste filme."
eu sou um doce de pêssego

Eu sou um doce de pêssego
No meio do campo deserto á um pessegueiro
Ele jamais floresce.
Todos os dias ele canta
Apaga a luz como as velhas santas.
O pessegueiro está cansado
Seu caule começa a descascar
O pessegueiro é bonito
Admira de olhar.
Mas ele nem brilha,
Não aprecia o luar
O pessegueiro gosta dos poemas
São elas as suas flores.
Nos dias em que eles vêm,
Roubam de todos as dores
O Pessegueiro está magoado com as raízes
Recusa-se a gostar da água
Jogando fora as diretrizes e as matrizes
A toalha continua intocada, e desolada.
O pessegueiro nem sente nada.
Peguem todos as suas malas,
Vamos fazer um doce
sinta-se melhor com o frio amigo
"A vontade de apodrecer tomou conta de mim rapidamente, facilmente, já que eu havia permitido a sua entrada. O vulto quebrou o espelho e os cacos caíram sobre mim, como se eu precisasse deles enquanto morria de frio.
Quase desejava, tocava com as pontas do cabelo. A dor atingiu meu coração num estalo, pouco me importou o frio de congelar as veias. Já não pertencia a nada, nem a ele. Errada, machucada, pisada, usada.
A pedra havia voltado em minhas mãos. O espelho quebrado era a prova incontestável de minha ultima maldade. O sangue já não atingia meus dedos, imóveis descontentes.
O vulto não pairava sobre mim, sua amada do espelho destruída. Assassina disse eu.eu mesma respondi.
Lá fora o vento uivava, como se tivesse sido abandonado pelo amor, ocorreu-me que poderia me tornar parte dele, tão logo meu copo se deteriorasse.
Ali estava meu final feliz.
Livre, livre de mim mesma.
A vontade de apodrecer tomou conta de mim rapidamente, facilmente, já que eu havia permitido sua entrada. Apodreci verdadeiramente. Por dentro.
Por fora, havia eu, e o vento que uivava."
Quase desejava, tocava com as pontas do cabelo. A dor atingiu meu coração num estalo, pouco me importou o frio de congelar as veias. Já não pertencia a nada, nem a ele. Errada, machucada, pisada, usada.
A pedra havia voltado em minhas mãos. O espelho quebrado era a prova incontestável de minha ultima maldade. O sangue já não atingia meus dedos, imóveis descontentes.
O vulto não pairava sobre mim, sua amada do espelho destruída. Assassina disse eu.eu mesma respondi.
Lá fora o vento uivava, como se tivesse sido abandonado pelo amor, ocorreu-me que poderia me tornar parte dele, tão logo meu copo se deteriorasse.
Ali estava meu final feliz.
Livre, livre de mim mesma.
A vontade de apodrecer tomou conta de mim rapidamente, facilmente, já que eu havia permitido sua entrada. Apodreci verdadeiramente. Por dentro.
Por fora, havia eu, e o vento que uivava."
Eu sou Ozzy
Se alguém me perguntasse qual é o meu vício, eu responderia:
Comprar livros.
gosto de comprar livros, e obviamente, lê-los.
Alisson falou desse livro e eu fui na Saraiva ver quanto custava.
Definitivamente ele é um dos primeiros da minha lista de futuras aquisições.
eu sou Ozzy.
Eu adoro ficar escrevendo isso.
Gramms Home

Que vergonha.
Esse tempo todo, implorando por internet e agora, que a tenho( mesmo que seja só pela tarde) não tenho nada pra fazer.
Estou sentada na sala de estar da casa da minha vó Iraci.
Vovó está no quarto dormindo ou vendo Raul Gil, não sei ao certo.
Vovô deve estar vendo History Channel.
O que eu mais gosto na casa dos meus avós maternos é a calma e a paz d lugar.
Não tem um mizero barulho de menino gritando, de pais discutindo, de vizinhos fofocando.
Nada,
Sliêncio total.
Tem uma praça gigante lá em baixo - A paça nova suiça.
Mas nem ligo.
O barulho dos carros me chama pra realidade. Civilização.
Diferente da rua cheia de crianças onde eu moro.
Da sala da minha vó o que eu mais gosto é da mesa de centro. a mesa é daquelas mesas japonesas, bem baixinhas, e que não são tão grandes.
Na mesa tem um bando de enfeites que combianm com a decoração da sala e com o tapete felpudo vermelho e amarelo, que não sei porque, me lembram a Grifinória do Harry Potter. ( KKK)
Meu enfeite favorito, são dois elefantes com o corpo pra cima. As trombas deles se encontram e formamum um coração.
Os ele fantes são lindos e juntos se completam. Sou facinada por eles.
O sofá também é pequeno, como todo o resto aqui.
O apartamento pequeno com mobilia pequena me lembra minha vó que também é pequena.
Apesar de tudo, amo o cheiro de limpeza e como o silêncio faz tudo parecer mais calmo.
Amo poder ter essa casa também.
eu tinha prometido postar a minha foto estilo Vintage aqui, mas ainda tenho que arrumar ela no PhotoScape.
O probelma com a foto , é que não apareceram todos aqueles detalhes que eu delicadamente fiz em meia hora.
Não dá pra ver na maquiagem, e nem no cabelo topetudo que a foto cortou.
eu também não estou láa essas coisas
resolvi colocar só porque o brinco de pérola é da minha mãe e eu nunca mais vou colocar na orelha.
Minha vó me lembra muito todas esas coisas de anos 40 e anos 50.
Na verdade ela nasceu nos 50, e ela tem umas fotos com umas saias muito bonitas.
Eu ia mesmo fala dessas coisas de roupas, mas eu estava usando a intenet do vizinho ( eu sei, eu não devia ter feito isso.)
que era sem fio e acabava tendo sinal aqui. Acabou que eu dancei.
não sei se eu devia ter escrito isso aqui e só por esse motivos não vou revelar o nome ridiculo que a rede tinha.
agora vou ter que carregar o computador pra mesa desconfortável do escritório.
Eu amo a casa da minha vó.
Marcadores:
avó,
casa,
rede sem fio,
vintage
Kaito, eu e os espelhos.

Todas as pessoas que me conhecem, conhecem o meu irmaozão Kaito.
Ele não é meu irmão de sangue, mas eu chamo de irmão.
Ele é aquele tipo de irmão muito bom, com quem agente não briga, não bate, não discute , e nem tem que ajudar a fazer tarefas.
Claro que ele é mesmo mais velho e absurdamente inteligente, o que leva ele a ter que me ajudar com tarefas.
Mas eu nunca peço e nunca vou pedir. haha.
Acontece que o Kaito odeia tirar fotos. Deve ser por isso que as fotos que ele põe orkut fazem ele parece tudo menos uma pessoa normal, mesmo que ele realmente não seja.
Eu tinha uma foto em que ele me abraçava na fente do goiania shopping, mas toda vez que eu colocava no okut ele tirava.
Toda a vez. isso nao aconteceu uma vez não, aconteceu 1, 2, 3, 4 vezes
até que eu desisti.
Um dia desses nós fomos no goiania de novo, junto com a Taynara, a Natália a Mayara e o André :D
foi realmente ótimo, mas eu tinha acabdo de pinta o cabelo e em todo espelho que eu passava, não conseguia e parava para olhar.
Juro que de vez enquando eu me considero muito narcisista, porque paro em frente a qualquer espelho que eu vejo.
Inclusive carros, nos quais me vejo pelo vidro da janela ( hoje estava fazendo isso e e quando vi, tinha uma mulher dento do carro ><)
De todo jeito, eu paava pra me admirar em todos os espelhos. Como o goiania shopping é cheio de espelhos, obviamente era meio desconfortável pra eles. Mas ceio que não perceberam muito.
KAito e eu nos sentamos em um daqueles sofás e ai eu tive uma vontade enorme de olhar para o teto. O teto era de espelho e eu fiquei vendo o quanto meu cabelo ficava legal visto de cima.
Eu queria que meu rosto ficasse sempre com aquele ângulo, poque achei muito bonito.( não, eu não tenho um ego gigante, e mt menos sou assim bonita)
Eu convenci o kaito a tirar umas fotos comigo, mas só tinhamos o celular dele, e um fotográfo realmente ruim ( desculpa André)
Acabou que a única foto que prestou foi uma em que Kaito e eu olhamos para o espelho láa no alto e ele mira o celular para nós.
Ele é muito tímido e ficava com vergonha das pessoas achaem que ele era 'favelado' por tirar fotos com o celular no shopping ¬¬
Eu disse á ele que eu era mais importante que isso.
No final, eu ganhei.
A foto está ai em cima, e eu sou apaixonadinha por ela.
Descobri nesse dia que amo Kaito e os espelhos de um tanto exagerado kkkkkk'
Espero conseguir reprimir meus impulsos fotográficos, e espelho-maníacos ( acabo de inventar o termo)das próximas vezes.
Here for you
Hoje eu acordei me sentindo estranha. fora de contexto.
Nem alegre nem triste. Sentindo uma daquelas emoções novas que agente insisti em criar de vez em quando.
Quase pairando acima da minha própria cabeça. Foi legal.
O Lobo ( a cada dia mais perigoso - quase cegou o frederico ontem), me acordou antes das 6 com seus latidos afinados. /eu queria matar aquela peste, mas nao conseguia encontrar a minha voz.
Meus pais gritaram com ele e por hora, problema resolvido.
Depois do Lobo, o que me acordou foi o sol batendo na cara. Junto com meu celular que resmungava que tinha que carregar a bateria.
Eu me pergunto se essas empresas fazem isso de propósito, pra essas coisas apitarem bem na hora em que você esta dormindo. eu sei que sim, não adianta negar.
De um jeito ou de outro, abri os olhos quando eram exatamente 7:42 da manhã.
Todos os dinais de semana eu tenho a mania de me situar pelo horario escolar.
Percebi que a primeira aula nem teria acabado, e que portanto, eu não estava aproveitando meu tempo direito.
Levantei ligada no modo zumbi e fui assistir A outra na televisão la do fundo.O problema da televisão do fundo é que ela está estragada.
A entrada dos cabos do aparelho da SKY ficam frouxos, o que significa basicamente:
2 minutos de filme, 2 horas de uma tela preta com um verde escrito VIDEO
¬¬
eu já tentei arrumar aquela coisa de todas as formas possíveis.
Prendia o fio com livros, apostilas, caixas.Quando eu vi que tava piorando a situação comecei a usar fita crepe, e depois o próprio cabo se enrolando nele mesmo como uma minhoca.
Já usei peças de dominó, e hoje cheguei a meu caso mais extremo.
tentei usar um pincel.
Nada funcionou então eu desisti de assistir o filme e fui ao super mercado.
Comprei umas coisas pra fazer uma lasanha pro almoço.
Meu pai chegou ontem a noite e quis lombo, eu tava morrendo de vontade de comer lasanha e estranhamente, minha mãe deixou fazer os dois pratos \o/
Claro que eu não vou cozinhar.
Gastei 21 reais nas coisas e eu não quero provocar um incêndio na minha cozinha.
Tatiane fez pra mim e eu fiquei beeem feliz.
Assim que eu sair daqui ela vai estar me esperando quentinha na mesa.
Meus pais e meus irmãos foram ver as obras da minha nova casa também.
Eu quis ficar em casa, porque eu costumo estar indisposta nos sábados.
Deitei e assisti todos os programas de moda possíveis que o GNT pode oferecer
até experimentei uma maquiagem Vintage em mim, e achei que ficou bem bonito ( se você não sabe o que é vintage, não me peça pra explicar, basta você saber, que está relacionado a coisas antigas.)
também percebi que batom vermelho fica melhor na roberta do que em mim, porque sou morena.
Fui ver a minha postagem de ontem e fiquei abismada comigo mesma !
eu costumo ficar meio idiota de vez enquando e escrevo umas coisas sem sentindo.
Ignorem a minha falta de habilidade pra comentar em um blog.
E ignorem também minha referencia ao lanche da escola, porque sinceramente acho ele péssimo.
Eu fiquei mais de 3 semanas sem postar alguma coisa aqui e todo dia em casa pegava o notebok pra tentar escrever umas coisas legais.
Fui tão bem sucedida que quase desisti do blog.
A verdade é que a minha inspiração é como...
bem, é uma porcaria. Só vem quando quer.
Que nem minha cachorra baby que só aparece perto de mim quando alguém esquece de por comida pra ela e eu sou sua ultima opção.
Eu não ando com muita vontade de sair com pessoas novas .
Não me pergunte porque, mas conhecer pessoas novas, ou ver pessoas que eu conheço mas nunca vi anda me desgastando.
Minha vontade é deitar embaixo de uam árvore lá no parque flamboyant e virar a graminha APOKSAPOSKPAOSK'
e sério, parece o futuro perfeito.
A çlan house que eu frequento é muito boa.
O atendente parece ser novo, e se chama Marco, o que sempre faz querer rir.
Aqui tem um ar condicionado gigante, e eu adoro ficar sentada perto dele, porque, o calor me deprime.
Acho que vou ver meu vô justino hoje.
Ele mora numa fazenda na chapada dos Veadeiros que é realmente linda.
Ele vem uma vez por mês e eu fico com muitas saudades.
ele já está bem velhinho o que só aumenta minha vontade de passar mais tempo com ele.
Toda vez que nós nos vemos ele me dá dinheiro,mas este não é o motivo pra eu gostar de ver ele.
é o motivo de eu ir no shopping de vez em quando, já que essa de dinheiro não cola com meu outro avô.
De todo jeito, eu quero ver ele hoje e ver a minha vó Luiza também.
/quero pedir pra ela fazer um travesseiro pra minha cama na casa nova.
Se eu não parar de digitar agora, minha mãe vai me trucidar quando eu chegar em casa.
Vou ir lá e espero conseguir voltar.
Se voltar posto uma foto minha com o tal do Estilo Vintage e retrô.
Acho que eu devo apostar nessas coisas, mas combinava mais comigo quando meu cabelo era só preto.
Ando com saudades de ser abraçada por alguém.
Eu queria muito ser revoltada.
acho que não é pra mim.
Tomara que chova.
P.S: Here for you, é minha musica favorita do Ozzy *-*
Nem alegre nem triste. Sentindo uma daquelas emoções novas que agente insisti em criar de vez em quando.
Quase pairando acima da minha própria cabeça. Foi legal.
O Lobo ( a cada dia mais perigoso - quase cegou o frederico ontem), me acordou antes das 6 com seus latidos afinados. /eu queria matar aquela peste, mas nao conseguia encontrar a minha voz.
Meus pais gritaram com ele e por hora, problema resolvido.
Depois do Lobo, o que me acordou foi o sol batendo na cara. Junto com meu celular que resmungava que tinha que carregar a bateria.
Eu me pergunto se essas empresas fazem isso de propósito, pra essas coisas apitarem bem na hora em que você esta dormindo. eu sei que sim, não adianta negar.
De um jeito ou de outro, abri os olhos quando eram exatamente 7:42 da manhã.
Todos os dinais de semana eu tenho a mania de me situar pelo horario escolar.
Percebi que a primeira aula nem teria acabado, e que portanto, eu não estava aproveitando meu tempo direito.
Levantei ligada no modo zumbi e fui assistir A outra na televisão la do fundo.O problema da televisão do fundo é que ela está estragada.
A entrada dos cabos do aparelho da SKY ficam frouxos, o que significa basicamente:
2 minutos de filme, 2 horas de uma tela preta com um verde escrito VIDEO
¬¬
eu já tentei arrumar aquela coisa de todas as formas possíveis.
Prendia o fio com livros, apostilas, caixas.Quando eu vi que tava piorando a situação comecei a usar fita crepe, e depois o próprio cabo se enrolando nele mesmo como uma minhoca.
Já usei peças de dominó, e hoje cheguei a meu caso mais extremo.
tentei usar um pincel.
Nada funcionou então eu desisti de assistir o filme e fui ao super mercado.
Comprei umas coisas pra fazer uma lasanha pro almoço.
Meu pai chegou ontem a noite e quis lombo, eu tava morrendo de vontade de comer lasanha e estranhamente, minha mãe deixou fazer os dois pratos \o/
Claro que eu não vou cozinhar.
Gastei 21 reais nas coisas e eu não quero provocar um incêndio na minha cozinha.
Tatiane fez pra mim e eu fiquei beeem feliz.
Assim que eu sair daqui ela vai estar me esperando quentinha na mesa.
Meus pais e meus irmãos foram ver as obras da minha nova casa também.
Eu quis ficar em casa, porque eu costumo estar indisposta nos sábados.
Deitei e assisti todos os programas de moda possíveis que o GNT pode oferecer
até experimentei uma maquiagem Vintage em mim, e achei que ficou bem bonito ( se você não sabe o que é vintage, não me peça pra explicar, basta você saber, que está relacionado a coisas antigas.)
também percebi que batom vermelho fica melhor na roberta do que em mim, porque sou morena.
Fui ver a minha postagem de ontem e fiquei abismada comigo mesma !
eu costumo ficar meio idiota de vez enquando e escrevo umas coisas sem sentindo.
Ignorem a minha falta de habilidade pra comentar em um blog.
E ignorem também minha referencia ao lanche da escola, porque sinceramente acho ele péssimo.
Eu fiquei mais de 3 semanas sem postar alguma coisa aqui e todo dia em casa pegava o notebok pra tentar escrever umas coisas legais.
Fui tão bem sucedida que quase desisti do blog.
A verdade é que a minha inspiração é como...
bem, é uma porcaria. Só vem quando quer.
Que nem minha cachorra baby que só aparece perto de mim quando alguém esquece de por comida pra ela e eu sou sua ultima opção.
Eu não ando com muita vontade de sair com pessoas novas .
Não me pergunte porque, mas conhecer pessoas novas, ou ver pessoas que eu conheço mas nunca vi anda me desgastando.
Minha vontade é deitar embaixo de uam árvore lá no parque flamboyant e virar a graminha APOKSAPOSKPAOSK'
e sério, parece o futuro perfeito.
A çlan house que eu frequento é muito boa.
O atendente parece ser novo, e se chama Marco, o que sempre faz querer rir.
Aqui tem um ar condicionado gigante, e eu adoro ficar sentada perto dele, porque, o calor me deprime.
Acho que vou ver meu vô justino hoje.
Ele mora numa fazenda na chapada dos Veadeiros que é realmente linda.
Ele vem uma vez por mês e eu fico com muitas saudades.
ele já está bem velhinho o que só aumenta minha vontade de passar mais tempo com ele.
Toda vez que nós nos vemos ele me dá dinheiro,mas este não é o motivo pra eu gostar de ver ele.
é o motivo de eu ir no shopping de vez em quando, já que essa de dinheiro não cola com meu outro avô.
De todo jeito, eu quero ver ele hoje e ver a minha vó Luiza também.
/quero pedir pra ela fazer um travesseiro pra minha cama na casa nova.
Se eu não parar de digitar agora, minha mãe vai me trucidar quando eu chegar em casa.
Vou ir lá e espero conseguir voltar.
Se voltar posto uma foto minha com o tal do Estilo Vintage e retrô.
Acho que eu devo apostar nessas coisas, mas combinava mais comigo quando meu cabelo era só preto.
Ando com saudades de ser abraçada por alguém.
Eu queria muito ser revoltada.
acho que não é pra mim.
Tomara que chova.
P.S: Here for you, é minha musica favorita do Ozzy *-*
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
eu não sei comentar em um blog.
eu prometi que voltava hoje e voltei !
estamos numa aula de redação, fazendo um blog sobre as poesias do povo da minha turma.
de qualquer jeito, eu fiz besteira quando fui responder um idiota que tinha escrito:
(idiota): - site lixoso.
Eu - retardada:
faz melhor u.u
pequeno detalhe: eu esqueci que ia parecer que eu tinha dito somente isso.
me fudi.
emfim, depois eu volto.
ta na hora do lanchinho *o*
estamos numa aula de redação, fazendo um blog sobre as poesias do povo da minha turma.
de qualquer jeito, eu fiz besteira quando fui responder um idiota que tinha escrito:
(idiota): - site lixoso.
Eu - retardada:
faz melhor u.u
pequeno detalhe: eu esqueci que ia parecer que eu tinha dito somente isso.
me fudi.
emfim, depois eu volto.
ta na hora do lanchinho *o*
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Maldição da falta de internet
15 dias sem escrever alguma coisa. que horror.
Se alguém ler isso aqui, bem, fique sabendo que a maldição da internet se abateu sobre mim novamente.
morro de vontade de contar um monte de coisas e falar um bando de inutilidades, mas nunca tenho tempo ( e nem dinheiro) para uma lan house.
prometo que quando conseguir pagar essa porcaria vou postar milhões de coisas.
Talvez eu consiga amanhã *-*
esperamos que sim.
Se alguém ler isso aqui, bem, fique sabendo que a maldição da internet se abateu sobre mim novamente.
morro de vontade de contar um monte de coisas e falar um bando de inutilidades, mas nunca tenho tempo ( e nem dinheiro) para uma lan house.
prometo que quando conseguir pagar essa porcaria vou postar milhões de coisas.
Talvez eu consiga amanhã *-*
esperamos que sim.
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