terça-feira, 20 de julho de 2010

Judie.


Eu simplismente sou facinada pelas coisas que essa pessoa escreve.
Eu não posso publicar aqui o nome dele ( desta pessoa) porque ele pode ficar realmente bravo comigo, porque é absurdamente tímido, mas , como é uma coisa sobre mim, então acho que posso contorn-lo e colocar aqui.
Assim que ele ler isso, vai sabe que falo sobre ele, então, o segredo é para amenizar os danos que me serão causados IEHEOIHEOIEHOIEH'

É um trecho da Estação de Mármore.
Espero que gostem como eu gosto.

“Qual é seu nome, querida?” A menina com receio, falou:
“Judie...”
“Está perdida?”
“Procuro pela minha mãe”

“O que faz aqui? Sua mãe esteve aqui?” George estava vislumbrado com o que via, a menina, enroscada numa manta pesada era linda! Era como uma flor que desabrochava no meio do deserto; era uma visão surreal para o contexto ao qual estavam. Era perfeita demais para guerra e morte, sua pele era quase porcelana e seus olhos guardavam o mar inteiro. Klaus também podia ver aquela beleza assustadora.
A menina ergueu o braço, deveria ter uns nove anos, mas não havia mão alguma ali. E sim uma faixa branca, onde surgia um filete de sangue.
“Como você chegou até aqui Judie?”

A verdade é que eu amo quando ele me chama de Judie.

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